sexta-feira, 21 de agosto de 2015



REPLANEJAMENTO/2015
22/08/2015
Objetivo da reunião de Replanejamento:

·         Momento de retomada da Proposta Pedagógica/Planejamento-2015 -dos planos elaborados, reflexão sobre os resultados das Avaliações Internas, Externas e do SARA e de como estes se relacionam com o SARESP/IDESP.

FOCO: Aprendizagem dos alunos – Análise das competências e habilidades desenvolvidas e das não consolidadas.

AÇÃO PRINCIPAL:
Análises das práticas pedagógicas organizadas pela escola - metodologias, projetos, momentos de recuperação, grupos de apoio, avaliações e planos de aula e atividades, até o final do primeiro semestre.
• O que os alunos sabem e pensam sobre a escrita.

ACOMPANHAMENTO: A importância da AAP -> Objetivos: Professor em contato com a tecnologia -> Identificação dos pontos de partidas dos alunos (A AAP serve, também, como um raio X do momento, da aprendizagem dos alunos, do processo de ensino e aprendizagem na instituição.

1.    Reflexão sobre os indicadores das avaliações do último bimestre, SARA, Idesp:


2.    Identificação das competências e habilidades a serem desenvolvidas pelos alunos:

3.    De acordo com a análise qualitativa e retomadas dos avanços dos alunos e da prática pedagógica:
a)    Diagnóstico:


b)    O que fazer?


c)    O que deve continuar?



d)    O que agregar?


Good Luck!
Olinda A A Okada

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Projeto Apoio à Aprendizagem



                                              INTRODUÇÃO

O Projeto será desenvolvido na escola em turno inverso de acordo com atividades de recuperação baseado na Resolução SE Nº 68/2013  Institui o Projeto Apoio à Aprendizagem para atendimento às demandas pedagógicas dos anos finais do ensino fundamental e das séries do ensino médio na rede pública estadual, e dá providências correlata.  
Tendo em vistas a multiplicidade de dificuldades em aprendizagem apresentadas por parte dos alunos e a necessidade de promover o progresso em suas aprendizagens para que possam prosseguir seus estudos, será oportunizada a recuperação nas disciplinas de língua portuguesa, focando a interpretação e fluência textual, ortografia, pontuação, construção frasal. Em matemática o Projeto visa à aquisição do pleno domínio das quatro operações na Modalidade voltada aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental: envolvendo cálculos, resolução de situação problema, tratamento e informações, espaço, forma, grandeza e medida.    

           O principal objetivo consiste em sanar as defasagens, complementar e ampliar os conhecimentos dos alunos, trabalhando de forma lúdica e didática, utilizando estratégias adequadas e diversificadas, primando por um ensino de qualidade.
  
                                             DESENVOLVIMENTO

    De acordo com os critérios estabelecidos, será realizada uma sondagem diagnóstica a fim de identificar os pontos de partida de cada aluno, com objetivo de adequar as atividades que nortearão a avaliação dos avanços.    

As aulas poderão acontecer em espaços variados, não sendo necessariamente apenas a sala de aula, pois, sabe-se, o ser humano aprende com bastante eficiência, quando vivência in lócus as situações  de aprendizagem. Assim, faz-se necessária a utilização de uma metodologia diferenciada que venha proporcionar situações de uma aprendizagem significativa partindo das carências detectadas pelos docentes durante o período de sondagem diagnóstica e observações do professor titular do ano antecedente.  

O acompanhamento refere-se, sobretudo á realização de atividades em sala de aula e lições de casa. Para tanto, será esclarecido aos pais ou responsáveis, incentivando o envolvimento e comprometimento dos mesmos, em parceria com a escola em prol do melhor aproveitamento dos alunos.

     De acordo com a elaboração da listagem dos alunos encaminhados pelos professores regentes das classes, após a autorização da Supervisão responsável por este Projeto, será dado ciência aos pais ou responsáveis  para que os alunos frequentem as aulas de Apoio, quando enfim iniciaremos as atividades que acontecerão de segunda a sexta-feira em nossa escola, de acordo com a planilha anexa a este.

     Semanalmente os docentes e supervisora munidos de registros, farão relato das atividades que estarão sendo desenvolvidas, socializando a metodologia utilizada, troca de experiência e situações de aprendizagem que se fazem.

                            AVALIAÇÃO

A avaliação será realizada em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1.996, de forma contínua, diagnóstica e cumulativa, privilegiando o qualitativo sobre o Quanto às estratégias, estas também ocorrerão sistematicamente, com instrumentos diversificados, buscando identificar os avanços e também as necessidades de retomadas de conteúdos, bem como revisão de estratégias e diversificação de atividades diferenciadas e individualizadas.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Equívocos recorrentes sobre o filosofar (concepções), com foco no ensino.

Diante de todos os esclarecimentos e exposição de todas as imagens que são feitas da Filosofia(imagens, dentre tantas, anedóticas, tais como a de que o filósofo é aquele que anda como se estivesse flutuando, com a cabeça nas nuvens, ou então aquele que por caminhar olhando para o céu, cai num buraco e é alvo de deboche ...) se é possível refletir sobre o quanto estas imagens estão presentes nas ideias, de tal forma, que dificulta a identificação sobre quais dentre tantas imagens seriam mais ou menos prejudiciais ou importantes na nossa formação de conceito e na libertação das armadilhas contagiantes que nos aprisionam às ideias do senso comum. Mas, se há algo determinante, que não deixa nenhuma dúvida, é que todas as imagens se complementam e também que todas se devem aos próprios filósofos; pois desde os tempos mais remotos, devido à ausência de preocupações centradas com seriedade e objetivos didático/pedagógcos desprendidos e libertos dos ditames de um modelo de ensino elitista, cujas características instalaram e espalharam raízes profundas e proliferadoras no campo do ensino/aprendizagem, por excesso de erudição, como se, inconscientemente, se pretendesse suprir a inexistência do empirismo, termo este, que surgiu a partir da época de Aristóteles. Esses são fatores que delimitaram a realidade dos pensadores importantes, envolvidos e que se destacaram. Evidentemente, não resta dúvida sobre a árdua caminhada necessária a ser percorrida pelo docente que queira se situar no rumo certo e conquistar a devida competência para exercer com êxito a docência, visto que, atualmente, as idéias destorcidas, pouco ou nada definidas, se instalam graças, também a professores, em detrimento de suas especializações alheias às manifestações e dimensões da Cultura.
A figura generalista de Platão, por suas vertentes ideológicas e epistemológicas, pelas quais se cria uma imagem estigmatizante acerca do filósofo, a qual encontra terreno sólido no espaço do senso comum, de hábil manipulador dos conhecimentos, capaz de responder todas as questões subjetivas, sem dúvida é a que mais encontra adeptos no âmbito educacional. Porém esta imagem generalizada encontra limitações inúmeras, dispensando maiores explicações e justificativas. Apesar da necessidade de não descartar nenhum conhecimento transmitido pelos grandes pensadores, de reconhecer que os conhecimentos transcendem os conteúdos das imagens, o professor não pode esperar que o estudante terá uma boa formação apenas por conseguir compreender algumas estruturas de pensamentos de alguns filósofos, isoladamente, mas o professor deve se valer de sua formação para orientar e conscientizá-los sobre a importância do 'debruçar' sobre a leitura, análise, a reflexão e olhar crítico sobre toda questão apresentada em qualquer área do saber a ser problematizada, a seu próprio exemplo como mediador, capacitado para intervir no processo de construção da aprendizagem.
De acordo com o Curriculo Oficial/SP, cabe ao professor a responsabilidade de procurar seus próprios caminhos, através de estudos e pesquisas, muito empenho e dedicação como investimento próprio, capaz de prepará-lo para exercer bem sua função, como solução para superar as consequências de um perfil de formação oriundo de orientações rigorosas, pouco ou nada voltadas para o ensino.
Reflexão elaborada por Olinda A Antunes Okada
 (Bibliografia: Cursos de Formação by SEE/2008/Implementação do currículo oficial/div. atualiz. Gestão Educ.)

segunda-feira, 6 de abril de 2015

REDAÇÃO
Reflexão  sobre tipos de narração;
Narrador protagonista.

Apelo
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.

Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, até o canário ficou mudo. Não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam. Ficava só, sem o perdão de sua presença, última luz na varanda, a todas as aflições do dia.

Sentia falta da pequena briga pelo sal no tomate
meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa. Calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolha? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.
(Dalton Trevisan)